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 Assunto da Mensagem: Praça de Toiros da Chamusca
MensagemEnviado: quinta dez 10, 2009 7:59 pm 
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 Assunto da Mensagem: Re: Praça de Toiros da Chamusca
MensagemEnviado: quinta dez 10, 2009 9:57 pm 
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 Assunto da Mensagem: Re: Praça de Toiros da Chamusca
MensagemEnviado: sábado dez 12, 2009 2:59 pm 
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 Assunto da Mensagem: Re: Praça de Toiros da Chamusca
MensagemEnviado: sábado dez 12, 2009 6:58 pm 
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in http://www.cm-chamusca.pt/chamusca/Print.aspx?guid=%7B47A9B408-2F01-4898-9B9C-E24F6802AD6A%7D
Citar:
A 3 de Julho de 1785, num acórdão da Câmara Municipal da Chamusca, constitui a primeira informação documentada sobre uma corrida de toiros organizada nesta vila. Este acórdão refere-se a uma carta régia em que sua Magestade, participa a esta Câmara os casamentos das Senhoras Infantas, para efeito de se fazerem as demonstrações de alegria costumadas.

"Determinando que no dia 17 desse mês e ano se corressem toiros... e que os oficiais respectivos e pessoas que tivessem madeiras seriam obrigados a emprestá-las e a prepararem a Praça..."

Outros dois acórdãos da Câmara, citam espectáculos tauromáquicos levados a efeito na Chamusca, em 25 de Outubro de 1785 e 18 de Maio de 1793. A primeira Praça de toiros, existiu no actual Largo João de Deus e nela tourearam os Robertos, Cadete, Peixinho, etc., nas touradas que se realizavam pelo bodo do Espírito Santo, nos meados do século XIX e que tanta celebridade tinham na região.

Davam-se habitualmente, duas ou três corridas por ano, muito bem organizadas e que despertavam sempre o maior interesse, pois as festas do Espírito Santo, que antigamente se faziam na Chamusca, chamavam inúmeros forasteiros.

Em 1862 foi construida, uma praça no velho Largo do Arneiro, hoje Largo Conde Ferreira. Seguiu-se-lhe a do Largo de Camões, por iniciativa de um grupo de indivíduos, de que faziam parte, Aires da Costa e Francisco Calho e que foi inaugurada em 1872 com um curro de doze toiros de José Félix Pereira, foram lidados por José Cid, a cavalo, Robertos, Colabaça e José Peixinho e pegados por José Nicolau, Pedro Moricada, Luís Netto Ferreira, Augusto Silva e outros. No Arneiro do Cid, junto à actual Casa do Povo, do lado nascente, ergueu-se uma outra praça que existiu ainda em 1875.

Todas estas praças eram em madeira, as mais antigas não terão passado de simples resguardos de varolas, as mais recentes devem ter sido montadas por "palanqueiros", indivíduos que construíam os palanques para a assistência.

Foi também no Arneiro do Cid, mas do lado do Tejo, que se situou a primeira Praça de alvenaria e madeira, foi inaugurada em 13 de Setembro de 1888, tinha 4000 lugares, a barreira e os curros eram de pedra. e que mais tarde foi cedida ao Montepio Artístico Chamusquense, dela restava nas primeiras décadas deste século a parte em alvenaria.

Foi nesta arena que se estrearam o chamusquense Carlos Gonçalves e o Goleganense Teodoro Gonçalves e se exibiram, entre outros, António Marques de Carvalho, Fernando de Oliveira, D. António de Portugal, José Joaquim Pedroso Jr., Manuel Casimiro de Almeida, Calabaças, Robertos, Joaquim Vaz e Eliseu Fragoso, lá se correram toiros de Francisco Ferreira Jordão de Coruche, José Henriques, Carlos Augusto Marques, Conde da Atalaia, Acácio Palyart de Seixas, Dr. José Vasconcelos Mascarenhas Pedroso, Valério Jorge das Neves e Irmão, José Vaz Monteiro e José Fernandes Orvalho, com grupos de forcados da Chamusca, Golegã, Santarém, Riachos, etc., e actuaram filarmónicas da Chamusca, Golegã, Almeirim, Constância e Mata.

A última praça de toiros em madeira foi instalada no pátio de Manuel Cipriano de Seixas, há notícia de uma corrida em benefícia do Hospital com um curro da Condessa da Junqueira e algumas outras com toiros de José Henrique Peleiro da Golegã, este "ganadero " possuia apenas um curro e com ele satisfazia todos os pedidos, deste curro ficou célebre o toiro "Serrote" que foi corrido mais de cinquenta vezes, era tão matreiro que ficou célebre a expressão "sabes mais que o toiro Serrote do Peleiro".

Em 1915 uma comissão, cuja composição se ignora, requereu à Câmara autorização para construir uma praça de toiros no Largo da República. Ainda foi entregue o ante-projecto, a Câmara deferiu o requerimento e solicitou o projecto definitivo, que não se sabe se chegou a ser feito. Ainda em 1915, depois de uma vacada levada a efeito na velha praça do "Arneiro do Cid", um grupo de rapazes reuniu-se numa ceia e lançou a ideia da construção da actual praga de toiros. Solicitada à Camara a cedência do terreno, foi este vendido em 11 de Fevereiro de 1916, a Carlos Augusto Pedroso, com a condição de se destinar à edificação de uma praça de toiros a oferecer à Santa Casa da Misericórdia da Chamusca. 0 projecto da fachada principal é da autoria do Arquitecto Carlos Augusto Pedroso, foi recebido na Câmara em 8 de Março de 1917, mês em que foi colocada a primeira pedra.

Uma circular assinada e expedida em 24 de Janeiro de 1918, solicita auxílios financeiros e em materiais, sendo subscrita por Adolfo Pedroso Carvão Guimarães, Alberto Frederico Empis e Carlos Augusto Pedroso, a Praça ficou a dever-se sobretudo ao entusiamo e pertinência de Alberto Frederico o Empis. Além dos três membros citados outros onze constituiram a comissão: António Severiano de Seixas, Armando Bayly, Bernardino Vaz Monteiro, Casimiro Nunes Egreja, Frederico Bonacho dos Anjos, Joaquim Ferreira Gouveia Coutinho, José Elizeu Fragoso, José Joaquim Pedroso, José Maria Pedroso, José Máximo Neto da Costa e José Neto Ferreira.

Quase todos os chamusquenses contribuiram para a Construção da Praça muitos deles porque mais não tinham, contribuiram com dias de trabalho não remunerado, a praça importou em 31.825$33 e houve que recorrer a um empréstimo de 21.409$49.

A 13 de Janeiro de 1922, a comissão entregou a praça à Misericórdia ainda não totalmente paga, mas as ajudas já estavam a fraquejar e a opinião pública era de que fosse entregue com uma dívida de 10.780$82. Foi inaugurada às três horas da tarde do dia 3 de Agosto de 1919, por entre o estralejar ensurdecedor de foguetes e morteiros, os acordes vibrantes da Filarmónica da Chamusca, as casacas rutilantes dos cavaleiros, as fardas multicores dos forcados, campinos e bandarilheiros, fizeram o orgulho do povo chamusquense.

Da inauguração, constaram duas corridas, a primeira a 3 de Agosto de 1919, que incluia no cartel os amadores D. Alexandre de Mascarenhas, Roberto de Vasconcellos e Francisco Barreiros na lide a cavalo; os bandarilheiros Eduardo Perestrelo, D. Carlos de Mascarenhas, Francisco d'Oliveira, Gama Lobo, D. Pedro de Bragança, D. João de Mascarenhas e Rafael Gonçalves, os forcados António Abreu, António Serra e Moura, Arnaldo de Araujo, Benjamim Jardim, Fernando de Vasconcellos, José Maria Antunes, José Maria Pedroso e Hilário Barreiros, a corrida foi dirigida por Francisco de Matos Fragoso e os toiros pertenciam à ganadaria do Sr. Norberto de Vasconcellos Mascarenhas Pedroso.

A partir daí, muitos foram os cavaleiros matadores, novilheiros e grupos de forcados que passaram pela arena chamusquense que tem a lotação de 3300 pessoas.

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