Neste site há censura pura e dura, para anti-touradas!!!
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MensagemEnviado: sexta out 09, 2009 12:32 am 
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E a Praça de Touros mais antiga do País!? Alguém sabe qual é!? Eu sei, mas convido a quem souber por aqui uma pequena história sobre a Praça e algumas fotografias!!!!

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MensagemEnviado: sexta out 09, 2009 7:32 am 
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Abiul ou Sousel?

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MensagemEnviado: sexta out 09, 2009 11:43 am 
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Eu penso que mais antiga que as que já foram enumeradas será a de Azaruja.


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MensagemEnviado: sexta out 09, 2009 6:25 pm 
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Abíul.
Quem põe aqui um texto e umas fotografias sobre a praça de Abiul?

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MensagemEnviado: sexta out 09, 2009 8:10 pm 
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Há quem diga que é Sousel

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MensagemEnviado: sexta out 09, 2009 8:15 pm 
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Eu por acaso sempre ouvi/li, que a praça mais antiga era em Abíul.

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MensagemEnviado: segunda out 12, 2009 11:14 pm 
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Localização: Lisboa
Sempre ouvi e já li em vários livros que a Praça mais antiga do País é a de Abiúl. E tem uma história engraçada.. Há já alguns anos, antes de sofrer obras, tinha no seu interior algo muito característico, no meio das bancadas havia uma árvore. Penso que era uma Oliveira, se não estou em erro. =)

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Patrícia Costa


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MensagemEnviado: quinta dez 10, 2009 6:57 pm 
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A praça de touros de Sousel, a que chamam touril, parece ser a mais antiga do país datando do século XVlll.
Rústica e pequena mas construída no sítio em que se faziam touradas à vara larga.
Uma vez por ano acontece a romaria de Nossa Senhora do Carmo e em plena serra de S. Miguel repete-se a tradição.


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MensagemEnviado: quinta dez 10, 2009 7:12 pm 
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Citar:
Lotação: 5000 pessoas
Se querem saber os motivos da tourada ser uma festa popular, enraizada no mais profundo da nossa cultura, vão até Abiúl, perto de Pombal, assistam a uma corrida na praça local e desfrutem do ambiente alegre e festivo que ali se vive ... e tirem as vossas conclusões!
Abiúl merece, de facto, uma visita ao seu precioso centro histórico, nomeadamente ao seu Largo da Praça Velha, onde como o próprio nome indica, a história diz que terá sido o palco em 1561 das primeiras touradas realizadas em Portugal a elas assistindo os duques de Aveiro, em palanque reconstruido recentemente. As Festas do Bodo de Abiúl, em honra de Nossa Senhora das Neves surgiram, segundo reza a tradição, na sequência da peste que atingiu a região em 1561/2. Ligada a estas festas estão indelevelmente as touradas, que se realizam no primeiro fim de semana de Agosto e que contam com a assistência de centenas de emigrantes em França, que nesta altura do ano regressam às suas terras, e que dão um colorido visual e sonoro muito especial às bancadas da sua bem cuidada praça de touros.
Crónica de Fernando Baptista,
enviado especial, na mais antiga praça de toiros de Portugal.

retirado de http://www.concelhodepombal.com/historiaabiul.htm#praca

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MensagemEnviado: quinta dez 10, 2009 7:15 pm 
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in http://www.tauromania.pt/noticias_detail.php?typ=reportagens&aID=3301

Citar:
ABIÚL
A Praça de Touros de Abiul é considerada a par da praça de Touros de Sousel (não se sabe ao certo a data de inauguração desta duas praças) a mais antiga do país.
Da propriedade da Junta de Freguesia de Abiul, esta Praça, de 2ª categoria, tem capacidade para cerca de 5000 pessoas, e tem como datas tradicionais de dia de corrida, por promessa à Nossa Senhora das Neves, o primeiro sábado e domingo de Agosto.
Desta tradição em Abiul, apenas se sabe que se correm touros desde 1561.
(...)
SOUSEL
Tal como a Praça de Touros de Abiul, não se sabe quando é que esta praça foi construída e inaugurada. Sabe-se sim, que tanto a população de Sousel, como a de Abiul, diz que a sua praça é a mais antiga do país.
O testemunho mais antigo sobre a origem desta praça, Praça de Touros Pedro Louceiro, leva-nos ao ano de 1860, embora o povo afirma que corria o ano de 1725 quando a mesma foi construída.
Com uma lotação para 1400 pessoas, esta praça de 3ª categoria, abre as portas na segunda-feira de Páscoa para a sua tradicional corrida.

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MensagemEnviado: sexta dez 11, 2009 11:22 am 
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DCP Escreveu:
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a história diz que terá sido o palco em 1561 das primeiras touradas realizadas em Portugal a elas assistindo os duques de Aveiro, em palanque reconstruido recentemente. As Festas do Bodo de Abiúl, em honra de Nossa Senhora das Neves surgiram, segundo reza a tradição, na sequência da peste que atingiu a região em 1561/2.


Embora esta história da primeira tourada em Portugal ter sido realizada em Abiúl em 1561 não é, nem sequer de longe a primeira tourada, existe documentação de corridas de touros bastante anteriores.
Por exemplo, no 1.º Livro do Tombo do Hospital das Caldas, refere-se a compra de dois bois para se correr pela N. Sra. de Agosto (15 de Agosto) em 1491 e o mesmo em 92 e 94, já o 1.º cronista do Hospital das Caldas, em 1656 diz que desde os primeiros anos da construção do Hospital (1486) se corriam toiros na praça frontal do Hospital, sendo pagos pela rainha D. Leonor e posteriormente pelo Hospital. Com a abertura do Hospital em 1500, uma pequena praça a Sul do Hospital era convertida em praça de touros, ficando o nome de Terrado das Vacas nome que só foi substituido já no final do século XIX para Largo S. João de Deus.
Das primeiras touradas do final do século XV nas Caldas, existe também um texto no Cancioneiro da BN de um autor contemporâneo e local (Henrique da Mota) que relata uma corrida no Terrado das Vacas, em que a rainha e a restante corte assistia das varandas, em que se correu dois bois de Cornaga (mais tarde ganadaria do Talvai (Tornada) - hoje extinta), em que três fidalgos a pé e dois nobres a cavalo se «recriaram» com eles.
Esta tourada de 15 de Agosto manteve-se sempre como o ponto alto da época balnear das Caldas, assim, podemos considerar que estas, não têm só pouco mais de 100 anos (idade da praça das Caldas) mas sim mais de 500.


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MensagemEnviado: sábado dez 12, 2009 5:00 pm 
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Abiúl
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MensagemEnviado: sábado dez 12, 2009 5:16 pm 
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15/03/2004
Autor: Henrique Dédalo
Fonte: Diário Insular (http://www.diarioinsular.com)

Citar:
Primeira praça portuguesa

A primeira Praça de Touros do País, com o primeiro Alvará conhecido, datado de 1885, antes de Setembro, onde se realizaram as primeiras corridas oficiais. A Praça de Toiros de Santo António, no Porto dos Biscoitos, foi fundada por José Cupertino e é hoje propriedade da Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense. Todos os anos se realizam algumas corridas para entretenimento popular, com destaque para o dia da famosa tourada à corda do Porto dos Biscoitos. Actualmente em péssimo estado, é uma relíquia deixada pela fidalguia e pela lavoura terceirenses e é história viva a merecer uma visita... depois de arranjada. Nesta praça actuaram os melhores amadores terceirenses e profissionais continentais de fins do século XIX e só por esse motivo é um verdadeiro museu.

Conquanto o primeiro Alvará de corridas de toiros na Praça de Santo António, na freguesia dos Biscoitos, que resistiu ao tempo, data de 1885, e é assinado pelo Conde Sieuve de Meneses, Par do Reino, vogal do Concelho de Distrito, Secretário do Governador Civil de Angra do Heroísmo, a verdade é que a voz do povo fala de corridas de toiros naquela Praça, em épocas anteriores.
O que é oficial é que esta é a primeira praça a possuir um alvará para corridas de toiros em todo o território nacional, apenas existindo a dúvida por tratar-se de uma praça rectangular, e a dúvida existe apenas porque é assim que ela hoje é, apesar de o Alvará do Conde Sieuve de Meneses a apelidar de “redondel”.

Sendo o redondel propriedade de José Cupertino, que também possuía a ermida, reza a história, escrita numa publicação de nome “Borboleta”, que o proprietário do local realizava uma festa em homenagem a Santo António e que esta constava de Missa Cantada, Bodo e Procissão.
Em 1884 e 1885, e certamente enquanto José Cupertino ali viveu ou residiu, a festividade era de sua iniciativa.
Contígua ao pequeno templo, José Cupertino erguera, primeiro de forma improvisada, um redondel, intitulado de Santo António (nome que ainda hoje se mantém), tendo gasto para a realização da obra a quantia de 360 mil réis.
A praça de Santo António foi inaugurada oficialmente no primeiro domingo de Setembro, corria então o dia 6 desse mês, do ano de 1885, com sete toiros das manadas do comendador José Borges Leal Corte-Real, Francisco Ennes Ramalho de Medeiros e Manuel Corvelo & Irmão, tendo os toiros sido farpeados por Eduardo Santos, conhecido por “Varino”, Luís Machado Ávila, a que chamavam os aficionados da época, de “Canário”, e José de Sousa, de apelido “Moreno”.
Na segunda-feira a seguir, realizou-se novo “divertimento”, com gado de Mateus Borges do Canto, José Borges Barcelos, António Luís Parreira e João de Sousa.
Esta iniciativa, segundo tudo indica, terá resultado em pleno, com as bancadas de então repletas de terceirenses provenientes de toda a ilha, com destaque para os angrenses e isto porque, segundo o anúncio que se seguiu, e a pedido do público, mais três espectáculos taurinos ali tiveram lugar.

Em dois deles, Francisco Ennes Ramalho de Medeiros foi o “inteligente”, ou director de corrida, tendo o último espectáculo da temporada ocorrido no dia 7 de Outubro, com curro de António Luís Parreira.
Os alvarás para as corridas da Praça de Toiros de Santo António eram passados de dois em dois anos, pelo menos aqueles que ainda hoje se encontram expostos na sala da Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense, em conjunto com alguns cartazes da época.

A “APARIÇÃO” E OS PREÇOS

Na corrida de toiros, que teve lugar na Praça de Toiros de Santo António, a 7 de Outubro de 1885, apareceu pela primeira vez em arena aquela que foi apelidada de “a corajosa Maria da Conceição”, que lidou com sucesso e para gáudio dos presentes, um dos toiros e que acabou constituindo um dos grandes atractivos do cartaz.
Quanto ao preço dos bilhetes, este divergia da seguinte forma: bancada de sombra e sol, entrada e meia entrada, respectivamente, a $240, $120 e $60 réis.
Quanto aos palanques (camarotes), de sombra com ramagem, para famílias e que recebiam como lotação máxima 18 pessoas, o custo era de 3$000 réis, enquanto que os de sol, provavelmente por falta da ramagem, mas com lotação idêntica, o custo fora fixado em 2$500 réis, uma óptima quantia para a época.

Mas eram muitas as pessoas que queriam estar presentes nas touradas da Praça de Toiros de Santo António e não faltavam maneiras de as contentar, pelo que houve necessidade de criar espaços para os que, por menores posses, eram aficcionados da festa brava. Assim, os chamados “lugares em pé resguardados por trincheiras”, custavam $70 réis cada.
José Cupertino deveria ser ainda um bom empresário e isto porque não se esqueceu de criar espaços de venda para os bilhetes que, para além de se venderam nos Biscoitos e nas freguesias limítrofes, ainda podiam ser adquiridos em Angra do Heroísmo, na Loja Zeferino Augusto da Costa, e por Joaquim Maria Brum e João Vieira Lopes Barbosa, na Agualva, bem como por António Coelho Ribeiro, conhecido por “Pechita”, na freguesia das Lajes.

Do que reza a história, sabe-se ainda que nos anos posteriores se terão repetido iniciativas deste género, de forma consistente e sabe-se, já no ano de 1900, sobre a realização de outra corrida com carácter de “espectacular”, que decorreu a 23 de Setembro, com sete toiros de Manuel Maria Brum, e que foi ainda animada, segundo o cartaz da época, por “trabalhos ginásticos da trupe COLORAU”.
Ainda, e referente ao ano de 1905, esteve ali a tourear um novilheiro terceirense, de raça negra, o José de Sousa, segundo pode ler-se no livro "Toiros e Toiradas na ilha Terceira", de 1970 e da Autoria de Pedro de Merelin.

OS FURIOSOS DA ÉPOCA

A 24 de Setembro de 1911, destaca-se um cartaz enorme, onde pode ler-se: “Praça de Santo António – na pitoresca e agradável freguezia dos Biscoitos – Variado espectáculo composto de tauromachia e de alguns números de gymnastica, por ocasião das festas de Santo António do Porto de Santa Cruz – Uma Soberba e arrogante corrida de toiros em que actuam D. José Sieuve de Menezes e João Coelho de Sousa Pacheco – Os 7 furiosos toiros serão lidados pelos denodados bandarilheiros João Delgado (Mazzantini) e José Vicente, coadjuvados por alguns dos nossos melhores amadores”.
Refere-se ainda que, haverá um “engraçado intervallo com a Barraca Ambulante”.
Mais adiante, no tempo, um outro cartaz aponta para “Alta Novidade – Alguns amadores d’Angra do Heroísmo, prestam-se generosamente a tomar parte no primeiro espectáculo, executando diversos trabalhos de gymnastica, para duas soberbas e arrogantes corridas de toiros, sendo a primeira do afamado e opulento creador sr. João Coelho de Sousa Pacheco e a segunda dos acreditados e laureados lavradores, srs. Manuel Soares Corvelo & Irmão e Felix Machado Barcellos – Os touros serão lidados pelos denodados bandarilheiros João Delgado (Mazzantini), e José Vicente, coadjuvados por alguns dos nossos mais festejados amadores”.

UM BELO PASTO!

Actualmente e apesar de continuarem a realizar-se algumas corridas (vacadas), sendo que no ano passado ocorreram três, nunca sendo de esquecer a do primeiro domingo de Setembro, dia da famosa tourada do Porto dos Biscoitos, a verdade é que a Praça de Santo António se apresenta totalmente degradada e sem qualquer sinal do seu passado de grande honra.
Vítima das ressalgas do mar e do constante vandalismo, para além de alguma incúria, por ventura proveniente do cada vez menor uso que lhe é dado, a Praça de Toiros de Santo António, apesar de reviver todos os anos, pela segunda-feira dos Biscoitos, é hoje uma sombra do passado, onde, em vez de ganadeiros, existiam lavradores e no lugar de grandes matadores estrangeiros, os bandarilheiros que fizeram história na ilha Terceira, faziam as honras da casa em tempo em que os réis mandavam mas era o povo quem fazia a festa.

As mudanças e reparações naquela Praça, mais que não seja por constituir património e ser “apenas” a mais antiga de Portugal, justificam um maior cuidado e um olhar mais nobre dos aficcionados, sejam eles dos Biscoitos ou de qualquer outra parte da ilha ou até do País, nem sendo despropositada a visita dos turistas que tanto procuram a pitoresca freguesia do norte da ilha.

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MensagemEnviado: sábado dez 12, 2009 6:08 pm 
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MensagemEnviado: terça ago 16, 2011 4:53 pm 
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Registado: segunda ago 08, 2011 6:00 pm
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A antiga praça de touros de Abiul nada tinha a ver com a actual.

Como o nome indica, tratava-se realmente de uma praça, que era situada na zona baixa da vila (na altura sede de concelho) e onde actualmente existe os palanques de onde os nobres e senhores de Abiul assistiam ás festividades.

Se é a mais antiga, não sei, mas que há registos históricos de uma corrida oficial realizada em 1561, isso é verdade. Portanto podemos supor que já se realizavam em anos anteriores de forma informal.

Para mais é preciso recordar que a vila e a região tem um passado que a liga a achados romanos, e estes tinham uma certa queda para as festas com a habitual presença de animais.

São coisas que ficam enraizadas nas pessoas.

Abiul faz parte do roteiro nacional das festividades taurinas.


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